sábado, 18 de dezembro de 2010

Parecia uma ilusão


Parecia uma ilusão
O momento em que te conheci
Porem tornou-se uma desilusão
quando realmente te vi

Estou a desesperar
Pois nao sei o que sinto
Quero contigo falar.
Porque eu não minto.

Acho que percebes
Como tenho estado...
Mas não te esqueces
Do que te tenho contado !

Será amor?
Será paixão?
será ardor..
no meu coração?



Não sabes,
Nem deves querer saber..
Mas por favor, não pares
Para melhor te conheçer!

Já te conheço!
Será que me conheçes?
Será que te pareço
com o que tu queres?

4 comentários:

  1. Por vezes os teus poemas fazem-me lembrar ANDRÉ BRETON, o mestre na arte da escrita surrealista. Mas os teus ao mesmo tempo que parecem se contradizer, como se não passasem de fantasia, um paradoxo... São dotadas de uma lógica quase palpável. É de impressionar!

    Que venham mais!

    Abraços,

    Olena K.

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  2. Sim, eu escrevo mesmo do que não passa de uma fantasia.. Também se contradizem, sim, mas não é o que a vida faz? contradiz-se a ela prória?
    Faço o melhor : )

    Obrigado Olena

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  3. é sempre mais do que uma ilusão, estás de acordo Raquel?

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  4. Sim, estou de acordo. Ou pelo menos, queriamos que fosse algo mais que uma ilusão.. : )

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